Sempre me deparo com a curiosidade das pessoas em saberem mais sobre como vivo o meu viver, porque penso o que penso, como transmito o que transmito.
Portanto, resolvi agora compartilhar um pouco dos meus referenciais e daquelas pessoas com as quais trabalho, me relaciono e promovo.
Como não acredito em modelos, com este artigo, os convidamos a olharem por “janelas” que nos encantam, neste caso em particular, a mim e à Graça.
Compartilhe conosco suas visões e opiniões, a partir dos artigos a seguir.

Como perceber o mundo de uma maneira diferente, através da experiência dos Doze Sentidos
Uma reflexão para a vida adulta.
Às vezes pensamos se seria possível “descomplicar” a vida do adulto, ou viver de forma diferente, nos libertando de certas condições que nós mesmos acabamos nos colocando … No meio de tantas tarefas a cumprir, de tantos prazos, decisões, momentos de intensa emoção, outros de grande vazio, pensamos que espaços nos restam para podermos viver a alegria, o prazer e a leveza. Fomos treinados a produzir e competir, mas bem que poderíamos brincar mais, rir mais …
Uma das maneiras de refletirmos sobre essa possibilidade é conhecer e estimular em nós, os doze sentidos.
Bem, para alguém estar efetivamente neste mundo, atuando, motivado pelo desejo de evoluir, progredir e ter sucesso, é preciso que primeiro tenha consciência de si mesmo, que consiga perceber : “Quem sou eu?”, qual é a relação Eu x Comigo?
Para viver essa relação, poderemos recorrer às quatro portas básicas, percorrer esses 4 caminhos mágicos dos sentidos inferiores ou volitivos: sentidos do tato, vital, movimento e equilíbrio, que auxiliam o conhecimento do próprio corpo e de sua potencialidade.
Além disso, estar em plena relação com o mundo ao redor e conhecer o ambiente que nos permeia, complementa esse viver através da percepção de “Onde estou?” e qual é a relação “Eu x O mundo”.
Então, os quatro caminhos a serem percorridos são os dos sentidos medianos ou emotivos: sentidos do olfato, paladar, visão e térmico.
Se tenho noção de mim mesmo, se reconheço o espaço ao meu redor, posso agora interagir com outro ser humano, dar conta de sua existência, respeitar e me relacionar com ele, trocar, dialogar, aprender.
Os sentidos superiores ou cognitivos (audição, linguagem, pensamento e organização do Eu) são as quatro portas pelas quais adentro para viver a relação “Eu x O outro” e perceber: “Com quem estou?”
Enxergamos e participamos do mundo, não de uma maneira trivial, mas do modo como nosso treinamento e nossa história permite. Os doze sentidos podem ser “degustados” na vida adulta a partir da vontade de viver a curiosidade e a brincadeira.
Trilhar o caminho dos doze sentidos implica reconhecimento e aceitação do prazer de estar consigo mesmo num viver de auto-aceitação e de estar com o outro num ambiente de não exigências. Apenas estar no direito de viver plena e prazerosamente.
Vamos abordar em alguns posts, cada um desses sentidos, descrevendo como podemos, na vida adulta, usufruir dos benefícios de percorrer, retomar cada um desses doze caminhos, começando pelo Sentido do Tato.
Fonoaudióloga Graça Siracusa – dra.graca@clinicaamai.com.br
Gostaria de começar o ano no Blog com a proposta de observação em torno de um tema que começou muito presente na vida de nossas crianças esse ano, que é o medo.
Gosto muito e acompanho o trabalho da astróloga